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 Addicted

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helena alexandra
Nobody Wants Me


Mensagens : 183
Data de inscrição : 2012-06-21

PostSubject: Addicted   Mon Jul 02, 2012 7:47 pm

Bem, esta é uma one-shot escrita há já algum tempo que publiquei no blog. Agora que ficou assim que modos parado lembrei-me de a postar aqui para lhe dar algum uso.
Leiam e comentem e se gostarem digam a ver se me lembro de escrever mais umas coisinhas, ok?

Thanks Very Happy

Bem... One-Shot, a primeira e pensada, escrita e feita em duas horas... Por isso é provável que não esteja grande coisa... Vamos lá ver!

- Onde é que vais assim vestida? - Perguntou Tom ao ver-me descer as escadas de mini-saia e salto alto.
- Assim, como? - Perguntei.
- Hot as Hell.
- Tom, não comeces! Sabes que se já não me tens é porque não fizeste por mais. E vou sair com o Bill, porquê? Problemas?
- Não, não. Nada disso, vai lá passear com o teu namoradinho...
- Tom... - Disse fazendo-lhe um olhar de advertência, enquanto passava por trás do sofá onde estava sentado, em caminho para a porta da rua.

Já de madrugada, ao chegarmos a casa...

- Então já chegaram? - Perguntou ele, vendo-me passar frente ao seu quarto.
- Não vês que sim...
- E divertiram-se? Pelo barulho que fizeram a subir as escadas, pareciam bem alegres...
- Ohh, acordamos-te foi? Tadinho do meu menino...
- Não gozes. Ainda temos muito que conversar! - Disse Tom.
- Pois temos, mas não será agora!
- Não? Tens a certeza? Podíamos aproveitar agora que o Bill está no banho... - Disse enquanto me puxou para dentro do seu quarto.

Quando me dei conta estava encostada contra a porta, impedindo-a de abrir enquanto Tom me virou contra si, abraçando-me por trás. Senti algo crescer nas minhas costas...

- Tom! Não sabia que ainda te deixava assim! - Disse eu.
- Assim e muito mais... - Virou-me de frente para ele e ergueu-me ao nível da sua boca, preparando-se para me beijar.
- Não Tom... Na boca não! - Disse enquanto punha a minha mão encostada aos seus lábios, ao mesmo tempo que logo de seguida me atacava o pescoço.

Decidi entrar no seu jogo e deixei que me levasse até à sua cama...

- E se fizéssemos um jogo, Tom? - Disse virando-o na cama tirando-o de cima de mim, ao mesmo tempo que começava a "brincar".
- Um jogo? Parece-me bem...
- Sim? Então deixa-te estar quietinho. Bem quietinho...

Tirei a minha fita do cabelo e comecei por lhe atar uma das mãos à cama e ele deixou-se levar. Em seguida, fiz questão de lhe tirar o cinto, bem devagarinho, passando propositadamente com a mão pela zona inchada e desapertei-lhe as calças deixando-a respirar um pouco... O cinto serviu para lhe atar um dos pés, e rapidamente retirei o também o meu, terminando o serviço.
Quando já começava a ficar louco de desejo, desapertei lentamente cada botão da camisa branca com que se vestia, passando-lhe os dedos pelo peito. Senti-o arrepiar-se da cabeça aos pés como se estivesse prestes a explodir e no momento exacto debrucei-me sobre ele, sussurrando-lhe algo ao ouvido...

- Tom? - Disse eu.
- Sim.
- Tenho uma coisa para te dizer. Eu...
- Não! - A sua expressão mudou repentinamente.
- Sim, Tom... Eu amo-te! - Foi o fim de toda aquela situação. Se havia "turn off" que funcionasse com ele era dizer aquelas "palavrinhas mágicas"... - Olha, murchou... - Disse eu enquanto olhei para a sua cintura. - Tadinha da serpente, agora é uma minhoca!

Levantei-me e dirigi-me à porta para sair, mas não sem antes gozar mais um pouco com ele... - Deixei-te uma mão livre... Podes sempre brincar com ela...
Fui para o meu quarto e deitei-me na cama, prontinha para o Bill que estava para chegar do banho ainda bem molhadinho e cheiroso. Como eu adorava esses momentos...

Já na manhã seguinte estava eu e o Bill na cozinha a tomar o pequeno-almoço quando, pouco depois apareceu Tom.

- Então, dormiste bem? - Perguntei-lhe com a maior cara de gozo.
- Sim... Muito bem! - Ele não ia dizer a verdade estando o seu mano no mesmo sítio que ele, mas aproveitou um momento de distracção por parte de Bill para me pôr a mão por cima da perna. Dei-lhe uma pequena palmada para que se desviasse ao mesmo tempo que dei uma pequena tossidela de espanto.
Porém, Bill, apercebera-se do que tinha acontecido, perguntando de imediato que brincadeira era aquela. Ele sabia perfeitamente do meu passado com o Tom. Sabia como eu me sentia tão sensual perto dele. Sabia o que as minhas hormonas saltaram quando o vi pela primeira vez. Mas isso tinha mudado. Mudou no instante em que conheci o Bill, o que aconteceu cerca de um mês depois. O Bill sim, era o meu mundo, a minha metade, por isso não tinha que se preocupar com o facto de me dar tão bem com Tom.

- Então, que se passa? - Perguntou Bill, ao mesmo tempo que olhava para mim, encontrando uma resposta no meu olhar.
- Que se passa? Nada, porque se haveria de passar? - Disse Tom.
- Por nada, mas estavas tão animado agora...
- Não. Simplesmente dormi bem. - Mentiu Tom.

(...)

- Com que então dormiste bem, não foi? - Perguntei eu gozando uma vez mais o prato, dando a Tom um encontrão com o ombro, em disputa pela casa de banho.
- Que engraçadinha... Julgas que tens muita piada, não é? E agora não julgues que me passas à frente, porque eu tenho que me despachar.
- Não, não. Podes ficar com a casa de banho toda para ti. E que sejam muito felizes... - Disse eu.
- Não. Tu sabes que isso eu não serei sem ti. Eu sou viciado em ti. - Disse enquanto me puxou para dentro da divisão, fechando a porta de seguida.
- Não Tom... Tu não és viciado em mim. Tu és viciado no sexo que eu te dava. Se fosses viciado em mim, ou se me amasses não terias fugido como fugiste. Não terias terminado o que tínhamos quando disse que te amava. Terias ficado comigo. Dá-te por muito contente por nos darmos tão bem, nem eu sei como pode ser mas ainda bem que assim é. Sabes que eu não sou uma pessoa rancorosa. E agora fui...
- Mas...
- Nem mas nem meio mas. Não disseste que tinhas que te despachar?

No mesmo instante, ao sair do WC, dando de caras com Bill...

- Ohh, estavas ai? - Perguntou ele.
- Sim, estava.
- Viste o Tom?
- Hmm, sim... Está na casa de banho!
- Na casa de banho? Mas tu estavas na casa de banho! O que é que vocês os dois estavam a fazer na casa de banho? - Disse exaltado.
- Nada. Não tens com que te preocupar. Estávamos só a colocar a conversa em dia...
- Na casa de banho? Que belo sítio. E que conversa foi aquela ao pequeno-almoço? Eu vi que tinhas alguma coisa a dizer.
- Foi ontem à noite. O Tom armou-se em carapau.
- Ontem? Quando? - Perguntou Bill.
- Bem... Enquanto tu estavas no banho... - Disse eu a rir.
- Não. É agora. Tom, sai já dai. - Disse exaltado batendo com toda a força contra a porta. - Vou trancar esta casa de banho, nunca mais ninguém cá entra. Vou buscar madeiras, pregos e um martelo.
- Bill. Calma lá. Não achas que estás a exagerar? Disse eu a rir à gargalhada.
- A exagerar? Tu estavas com ele na casa de banho à conversa, ontem aconteceu aquilo enquanto eu estava a tomar banho. Esta coisa deve estar amaldiçoada.
- Epá... O que é que se passa aqui? - Diz Tom a sair da casa de banho.
- Bill Kaulitz diva moment... Só isso. E por tua causa. Contei-lhe o que passou ontem...
- Ai Bill, vê lá se te acalmas... - Diz Tom para Bill.
- Acalmo, vais ver que me acalmo... Quando te fechar ali dentro também. - Disse Bill entredentes.

Decidi virar as costas à discussão. Quando aqueles dois começam, não há quem os pare...

(...)

Não os tornei a ver mais até meio da tarde... Nem sei onde se podem ter enfiado. Só espero que não me apareçam os dois com um olho negro. Acho que levam uma bofetada cada um, que é para ver se aprendem. Quando me apercebi oiço alguém chegar a casa. Morri de espanto ao ver chegar aqueles dois meninos, felizes da vida, podres de bêbados como se nada tivesse acontecido. Digam-me. Isto é possível? São mesmo criancinhas...

- Então? Saem de casa fulos da vida e aparecem assim, agora? - Perguntei eu. - Vocês não existem. Já que estás mais calmo, anda cá menino Bill que eu preciso de falar contigo. - Peguei-lhe pelo braço e subimos as escadas aos empurrões.
- Eu sei subir as escadas sozinho, não preciso de ajuda, obrigado. - Disse Bill.
- Eu sei, mas às vezes parece que não. Já viste bem como é que estás?
- Eu? Estou de pé, porquê?
- Oh, Meu Deus! Isto ainda está pior do que julgava. Vamos para baixo.
- Então, mas agora andamos como num carrossel?
- Bill, faz-me um favor... Cala-te.
- Ok, mas depois quando quiseres falar comigo daqui a bocado, não te queixes.
- Ai Bill, cansas-me a beleza. Entra lá ai.
- A casa de banho? Outra vez?
- Sim... Vais tomar um belo banhinho de água fria a ver se acordas.
- Mas eu estou acordado!
- Ai por favor, entra na banheira.
- Está frio... Não quero!
- Tivesses pensado nisso antes... Temos penas.
- Olha, sabes uma coisa? Tu és má, muito má! - Disse Bill como uma criancinha mimada.
- Sou má? Ainda não viste nada. Devia ter-te deixado caído aí pela sala quando chegaste. Por falar nisso, deixa-me ir ver onde é que o teu irmão está, mas vê se ficas sossegadinho que eu não te estou para apanhar do chão, ok?

Chego à sala e vejo Tom completamente refastelado no sofá a dormir. E até falava... - Que dois que estes me saíram! A seguir vais tu! - Disse eu baixinho virando-me de costas.
Volto à casa de banho e dou com o Bill em pleno concerto com o chuveiro ligado... Água por todo o lado...

- BILL! Olha o que fizeste? E agora quem é que limpa isto?
- Tu, respondeu virando o chuveiro para mim.
- BILL, OUTRA VEZ? Olha para isto, fiquei toda molhada!
- Oh, não faz mal, tomas banho ao mesmo tempo que eu...
- Espertinho! Eu até ia se não estivesses assim. Pensasses duas vezes... Vá, e agora despacha-te que ainda tenho que ir tratar do teu irmão!
- Porquê? Ele está doente? - Perguntou Bill.
- Sim, muito doente, tal como tu. Doente da cabeça...
- Ai... Tadinha da minha cabeça. - Diz Bill como se estivesse a chorar.
- Tadinha mas é de mim... Anda, veste-te lá.

Primeiro as calças, depois a camisola e só um quarto de hora depois saímos da casa de banho. Mudei de roupa e deixei Bill a dormir no quarto. Desci novamente e agora tinha que fazer o mesmo com o Tom...

- Tom, acorda. - Disse eu abanando-o no sofá. - Tom... - Não acordava por nada! Lembrei-me ir buscar um copo de água e despejei-o na cara.
- Ai, o que é isto. Socorro estou a afogar-me!
- Não, não te estás a afogar. Pelo menos por enquanto... Levanta-te que vais tomar um grande banho geladinho.
- Para quê? Vamos a algum lado?
- Não, eu não, agora tu vais para a caminha ver se curas essa ressaca. Ainda estou para saber o que vos passou pela cabeça!
- Mas eu não quero! Está frio!
- Digo exactamente o mesmo que disse ao teu maninho... Temos penas.
- Olha bem para mim, hein... Olha o strip- tease... - Diz Tom.

Calças e camisolas espalhadas pela sala e um candeeiro tombado no chão foi o resultado da cena. Bem ao menos não tive que o despir... Já na casa de banho obriguei-o a entrar para a banheira e liguei o chuveiro, mas primeiro que ele entrasse...

- Eu só vou se tu também fores. - Diz Tom.
- Eu não. Isso querias tu!
- Oh, vá lá...
- Não, já te disse que não vou. Despacha-te.
- Está frio. Brrrggg!!
- É não é?
- Olha, olha uma bolinha de sabão. Olha outra...
- TOM. Bolas, despacha-te! - Neste momento faz uma cara como se se tivesse assustado.
- Desculpa! Sabes uma coisa? Estás tão gira!! - E dá-me um abraço que me deixou a pingar. - Olha, estás toda molhadinha... Me gusta!
- Tom, não comeces. És sempre a mesma coisa. - Disse eu revirando os olhos.

Finalmente terminámos o banho e pu-lo a dormir. Depois de ter dado banho aqueles dois marmanjos e trocar de roupa por duas vezes estava mais morta que viva. Arrastei-me atá à cozinha e comi qualquer coisa antes de cair redonda na cama ao lado de Bill que embora já dormisse há horas não parava quieto na cama. Diga-se de passagem que pouco ou nada dormi e no dia seguinte devo ter dormido até ao início da tarde. Precisamente por este meu atraso fui acordada pelos dois aos pulinhos em cima da cama.

- ACORDA! - Diziam os dois em uníssono.
- O quê? - Disse eu pegando na almofada atirando-a pelo ar.
- Ah, até que enfim. - Disse um deles. Nem consegui perceber qual dos dois era... - Pensávamos que estavas morta...
- MORTA? Mortos estão vocês se não saem daqui imediatamente! E que não se repita o que aconteceu ontem à noite, hein?
- O que aconteceu. Como assim? - Disseram mais uma vez ao mesmo tempo. Surpreendia-me como aqueles dois podiam ser tão diferentes e tão iguais ao mesmo tempo...
- Se me deixarem dormir mais um bocado talvez sobrevivam para que vos conte tudo.

Silêncio total. Nem uma mosquinha se ouvia naquele quarto depois de ter dito aquilo. Devo ter descansado mais uma meia hora e finalmente ganhei coragem para me levantar. Desci as escadas e fui dar à cozinha, onde se encontravam os dois a comer. Mal me viram perguntaram-me logo a correr o que se tinha passado. Enquanto comíamos contei-lhes o sucedido. Eles não se lembravam de nada e ainda disseram que estava a gozar... Era muito bem feito que estivessem com uma daquelas ressacas de caixão à cova para verem como eu não estava a gozar.

(...)

Estava finalmente sozinha em casa, ou seja pude passar a tarde toda a fazer nenhum. Liguei o rádio no máximo, deitei-me no sofá e fui cantarolando. Já perto da hora do jantar chega Tom.

- Bem, mas o que é isto? - Perguntou.
- Estou a descansar, também mereço, não?
- Sim, não é isso só não sabia que gostavas deste tipo de música. Parece que queres matar alguém...
- É precisamente para não matar alguém que me pus a ouvir isto.
- Ai tanta agressividade.
- Vais ver o que é agressividade se me fizerem o mesmo que ontem. Estou pior que voces dois juntos!
- Desculpa... Chega-te para lá. - Diz Tom afastando-me as pernas do sofá preparando-se para se sentar.
- Ai Tom, tens que ser tão bruto?
- Bruto? Ainda não viste nada. Se viesses comigo para a cama é que vias o que era ser bruto... - Disse com a maior cara de atrevido.
- Tom... Outra vez não! - Disse preparando para me levantar.
- Mas porquê? - Neste momento agarrou-me pela cintura obrigando-me a sentar.
- Mas tu és burro ou quê? Não vês que nós não temos mais nada a ver um com o outro?
- Só porque tu não queres...
- Pois claro que não quero! Eu estou com o Bill, lembras-te? E eu não sou como tu que quando não tem o que quer se mete com qualquer uma que vê à frente. Lembras-te porque é que acabámos? Eu digo amo-te, tu foges porque não gostas e depois dou de caras contigo com outra num bar... Well done Tom Kaulitz. - Levantei-me de novo do sofá.
- Desculpa lá isso! Eu fiquei tão baralhado com o que me disseste que fiquei sem saber o que fazer.
- Ah mas quando te vi com a outra pareceu-me muito bem que sabias o que fazias...
- Mas isso foi um erro. Nem aconteceu nada! Não fui capaz...
- Não? Tadinho. Olha a pena que eu tenho de ti... Já não funciona, é?
- Não, nada disso. Eu não parava de pensar em ti... - Diz Tom, levantando-se também do sofá.
- Ohh. E isso muda alguma coisa? Muda o que eu vi horas depois de estarmos numa boa aqui em casa? Muda? Não me parece.
- Desculpa. - Diz Tom aproximando-se de mim. Afastei-o no mesmo instante.
- Já te disse que agora é tarde demais.
- Mas deixa-me só tentar uma coisa...
- O quê?
- Isto. - E dá-me um beijo ao qual estremeci...
- Tom... - Dei-lhe uma estalada no mesmo instante.
- Eu sabia que ainda gostavas...
- Quem eu? Acabei de te dar uma estalada e tu dizes que eu ainda gosto!
- Sim mas eu acabei de te dar um beijo e tu retribuíste...
- Retribui nada! Nem me deste tempo para pensar, apenas isso.
- Tu sabes que eu gosto de ti.
- Não Tom, não gostas. - Respondi eu.
- Mas só tu me deixas assim! Já viste bem como estou só de estar próximo de ti?
- Já... Estás completamente excitado. Acho melhor ires ao médico que isso pode ser grave.
- Não, não é isso.
- Pois não! Eu sei. Quer dizer que me queres para a cama, só para o sexo. Amor não é isso.
- Então deixa-me perceber o que é e vem comigo...
- Mas quantas vezes é preciso dizer que não? Além disso o Bill deve estar a chegar!
- Ahah, eu sabia... É só por causa do Bill estar a chegar então. - Disse num pulo.
- Oh meu Deus, que fui eu dizer? Não, não é apenas porque o Bill está a chegar.
- Mas isso há-de mudar... - Diz Tom.
- O que é que há-de mudar, Tom? O Bill estar a chegar? O que é que tu fizeste, Tom?
- Eu? Nada. Digamos que o Bill deve estar bastante ocupado à espera de uma reunião que não existe... - No mesmo instante, pega em mim, atira-me para o sofá e prende-me os braços com as mãos...

- Vês! Eu disse que era viciado em ti...

FIM
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JessiGomes
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PostSubject: Re: Addicted   Mon Jul 02, 2012 8:11 pm

UHHHH!!!
Não há continuação, mas já imagino o que aconteceu Wink

Adorei!!
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helena alexandra
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Mensagens : 183
Data de inscrição : 2012-06-21

PostSubject: Re: Addicted   Mon Jul 02, 2012 8:19 pm

Pois... continuação não há, mas é de propósito até porque como disseste já dá para imaginar o que aconteceu...

Obrigada Very Happy
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PostSubject: Re: Addicted   

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