PortalHomeCalendarFAQSearchMemberlistUsergroupsRegisterLog in

Share | 
 

 Contra tudo e contra todos! [TWC]

Go down 
AuthorMessage
Tânia Listing
Zeig Mir Deine Pflaume
avatar

Mensagens : 536
Data de inscrição : 2012-06-27
Idade : 27
Localização : Cascais

PostSubject: Contra tudo e contra todos! [TWC]   Fri Jul 27, 2012 3:12 pm



[size=12] Bill e Tom: dois irmãos separados por mais de 600 km. Um está em Berlim, o outro em Viena. A descoberta do seu segredo fê-los separarem-se à força e agora nem sequer falar um com o outro podem. A mãe ficou chocada e não sabe o que dizer e o pai evita falar do assunto.


Mas como é que se estarão a sentir os dois irmãos no meio disto tudo? Bill, o mais novo, trancou-se no quarto e recusa-se a sair; já Tom, na intimidade do seu quarto, prefere antes arquitectar possíveis planos para se reencontrar com o seu irmão.

- Já sei! E se eu fugisse?? É isso mesmo! Vou fugir. E ninguém me vai impedir de o fazer. Quando descobrirem, será tarde demais e eu já estarei a caminho de Berlim. – Tom estava realmente contente com a sua ideia. Apenas tinha que ter cuidado para não ser apanhado em pleno acto de fuga. Pegou num saco desportivo e encafuou lá para dentro as primeiras coisas que lhe vinham à mão: camisolas, calças, ténis, chapéus, alguns produtos básicos de higiene e pouco mais. De seguida escondeu o saco debaixo da sua cama, para o caso do seu pai resolver aparecer no quarto e vasculhar as suas coisas sem avisar. De repente alguém bateu à sua porta:

-Tom, anda jantar! – Ordenou o seu pai com a sua voz grossa inconfundível.

-Desço já! – Apressou-se a esconder o seu saco e desceu em direcção à cozinha. Serviu-se, sentou-se na sua cadeira e iniciou a sua refeição.

-O que é que estavas a fazer no quarto? – Perguntou o pai.

-Nada de especial, porquê? Também tenho que dar justificações sobre aquilo que eu faço no meu quarto e que só a mim me diz respeito?

-Não sejas insolente, Tom! Sabes muito bem que esta decisão foi a melhor para todos.

-Qual? Separar duas pessoas que gostam uma da outra para que estas nunca mais se vejam na vida? – Aumentou o tom de voz.

-Tom, olha o respeito! – Aumentou também o seu tom de voz.

-Respeito?! Se quer ser respeitado, primeiro tem que se dar ao respeito! – Levantou-se do seu lugar exaltado.

-Tom, tu estás a habilitar-te! – Levantou-se também e deu uma pancada na mesa como forma de intimidar o filho. – Isso que vocês sentem um pelo outro não passa apenas de uma fantasia da vossa cabeça. Isso é CONTRA-NATURA! – Acentuou a palavra “contra-natura”.

-Pois, o que tu chamas de “contra-natura” eu chamo de “preconceituoso” e “homofóbico”. – Respondeu. – E agora vou para o meu quarto… perdi a fome!

-Tom, volta para a mesa, se faz favor! – Ordenou, mas o mais novo ignorou a sua ordem e seguiu o seu trajecto até ao quarto. Fechou a porta à bruta e atirou-se contra a cama a chorar.

-Não te preocupes, maninho! Eu vou ter contigo, podes ter a certeza! Nem que seja a última coisa que eu faça na vida! Nós ainda vamos ficar juntos, acredita! Quer os outros queiram, quer não! – Dizia para si próprio. Deixou-se adormecer e quando voltou a acordar era já quase uma da manhã. – O meu pai já deve estar a dormir. – Pensou esboçando um ligeiro sorriso. – É agora! – Afirmou. Levantou-se da cama decidido, calçou-se, pegou numas peças de vestuário suas que estavam para lavar e numas almofadas e colocou-as debaixo dos lençóis e cobertores da cama. De seguida pegou no dinheiro que conseguiu juntar (já que o progenitor lhe tinha retirado todos os seus documentos e bens pessoais, incluindo dinheiro e telemóvel), guardou-o no bolso e depois foi só pegar no saco que já tinha preparado anteriormente e saiu pela porta da cozinha, pois a da sala era mais pesada e podia acordar o seu pai.

A mais de seis centenas de quilómetros dali, mais propriamente em Berlim, Bill pressente a fuga do irmão; também, por alguma razão eram gémeos! Razz



*Flashback*

-Não te preocupes! Nós vamos voltar a encontrar-nos! – Garantiu o de tranças.

-Tens a certeza? É que eu não sei se vou conseguir viver sem ti!

-Tenho, não te preocupes! – Deu-lhe um chocho leve nos lábios e viu a distância entre si e a sua metade a aumentar cada vez mais. Assim que estava prestes a entrar no avião que o iria levar para um lugar a 600 km dali, não resistiu e deixou cair uma lágrima.

*End of Flashback*



-O nosso reencontro já esteve mais longe! – Disse para si e sorriu; o primeiro sorriso que exibia em quase uma semana de clausura no quarto onde ele e o irmão se entregaram um ao outro por diversas vezes.

***********************************************************
Jörg entra pelo quarto de Tom, pois não era comum este dormir até tão tarde.

-Acorda, Tom! Já são horas de a…! – Ao destapar a cama apenas se depara com as roupas do filho e algumas almofadas, exactamente na mesma posição em que foram deixadas por Tom. O progenitor bufou e mordeu o lábio para não se irritar logo pela manhã. – Com que então desafias as minhas ordens, não é? – Abriu as portas do armário do filho e a ausência das roupas que ele mais usava confirmava a teoria de Jörg: Tom tinha fugido, provavelmente para junto do irmão, na sua opinião. – Não. Eu tenho que impedir isto! O relacionamento entre aqueles dois é inaceitável, é um absurdo, uma aberração sei lá…! – As palavras com que Jörg descrevia a relação entre os dois irmãos eram mais que muitas, e cada uma com um significado mais sombrio e obscuro que a anterior. Pegou no telemóvel e marcou o número de Simone, a sua ex-mulher. Apesar de estarem divorciados e de a relação entre ambos ser um bocado intempestiva, pelo menos concordavam numa coisa: este relacionamento não podia andar para a frente.

***
Tom já chegou à estação de comboios de Berlim e rapidamente dá de caras com Bill. Assim que se avistaram um ao outro, rapidamente os olhos de ambos se enchem de lágrimas de correm a abraçarem-se um ao outro. A força com que enrolavam os braços no pescoço um do outro era impressionante e demonstrava o quão difícil fora para ambos esta separação e esta ausência um do outro.

-Mas como é que adivinhaste que eu vinha? – Perguntou, limpando uma lágrima com a mão.

-Se queres que eu te diga, não sei… mas eu sabia que mais cedo ou mais tarde nos iríamos voltar a ver.

-Então…! Não foi o que eu te tinha dito? E aqui estou eu! – O gémeo mais novo sorriu de felicidade e abraçou de novo o irmão. – E agora temos que fugir, o pai já deve ter dado pela minha falta.

-E vamos para aonde? Se formos para minha casa, de certeza que a mãe vai avisar o pai e aí é que estamos mesmo perdidos! – Afirmou desesperado.

-Calma! – Pegou nas mãos do mais novo. – Vamos para um sítio qualquer. O que interessa é que agora estamos juntos e ninguém nos vais separar… nunca mais! – Juntaram as testas e beijaram-se.

-Acho melhor despacharmo-nos. – Interrompeu o beijo.

-Sim, é melhor.

-Podemos ir para a casa do Alex. Ele vive sozinho e de certeza que nos vai ajudar. – Sugeriu Bill.

***
-Claro que podem ficar! Estão à vontade! – Disponibilizou-se logo. - Aliás, até acho que a casa é demasiado grande só para uma pessoa! Razz

-Ai, obrigada Alex! – Agradeceu Bill. – Nem sonhas o favor que nos estás a fazer!

-Vá, favor nada! Já sabes que podes contar sempre comigo, não podes?

-Eu sei. E obrigada por tudo, mais uma vez! Agora, se não te importares nós vamos para o quarto. – Disse pegando na mão de Tom e apontando na direcção dos quartos.

-Claro, estão à vontade! – Trancaram a porta do quarto à chave e entregaram-se um ao outro. Em poucos minutos as roupas de ambos voaram pelo ar, indo parar, inevitavelmente, ao chão. Bill empurrou o mais velho na direcção da cama e colocou-se em cima dele, afastando as pernas para cada lado do tronco definido de Tom.

-Bem, estás mesmo desesperado!! – Admirou-se Tom.

-Pois estou… desesperado mas é para te ter só para mim! – Respondeu Bill. E nas duas horas seguintes os dois corpos uniram-se num só. Os batimentos cardíacos aceleraram e as respirações de ambos tornaram-se cada vez mais ofegantes até ambos atingirem o auge.

****************************************************************
-Scheiβe!!!! – Desligou o telemóvel a atirou-o contra o sofá.

-O que é que se passa, Bill?

-A mãe descobriu-nos! E agora o que é que fazemos??? – Perguntou desesperado.

-Nada que eu já não estivesse à espera. – Afirmou Tom. – O pai descobriu que eu fugi e deve ter telefonado à mãe. O que é que ela disse?

-O que é que tu achas? – Perguntou com sarcasmo. – O mesmo discurso de sempre: que a nossa relação é impossível, que não podemos ficar juntos, que vai contra as leis da natureza e blá, blá, blá! – Ironizou.

-Mas a mãe sabe que estamos na casa do Alex? – Perguntou Tom.

-Se ainda não sabe, então não deve demorar muito tempo a descobrir. A mãe sabe que o Alex é o meu melhor amigo e sabe também onde é que ele vive!

-Mas então o que é que fazemos?

-Não sei… - Olhou o irmão nos olhos. – Mas uma coisa te garanto: não é a mãe, nem o pai, nem ninguém no MUNDO que nos vai separar! – Enfatizou o vocábulo “mundo”.

-Bem podes ter a certeza disso! – Confirmou Tom. - Por nós os dois eu sou capaz de fazer qualquer coisa… qualquer coisa MESMO!!! – Pegou nas mãos dele, juntou-as e beijou-as.

-Tu não estás a querer dizer que…? – Receou Bill.

-Isso mesmo! Se eu tiver que morrer para podermos ficar juntos eu faço-o sem problemas! Porquê? Não concordas?

-Não. Antes pelo contrário: acho uma muito boa ideia! Podemos morrer, mas ao menos fazemo-lo juntos e assim ficaremos para sempre!

-…para sempre! – Repetiu as últimas palavras proferidas pelo seu gémeo mais novo. Em seguida abraçaram-se com toda a força que tinham e beijaram-se intensamente como se este fosse o último beijo que dariam em vida.

***
Simone e Jörg rapidamente deram com o sítio onde os dois irmãos se tinham refugiado e puseram-se a bater à porta.

-Não vale a pena ignorar, nós sabemos que estão aí! – Gritava o pai batendo sucessivas vezes à porta da casa de Alex.

-Calma, Jörg. Assim não vamos a lado nenhum! – Contrapunha Simone.

-Pronto, faz lá as coisas à tua maneira! – Refilou. Simone aproximou-se da porta e chamou-os:

-Tom, Bill, venham conversar! Este assunto tem de ser resolvido e não é a fugir que vão adiantar as coisas.

-Se não vierem nós entramos pela casa adentro! – Acrescentava Jörg. Dentro da habitação Alex, Bill e Tom comunicavam por gestos.

-O que é que fazemos agora? Os vossos pais daqui a nada arrombam-me a porta! Decidam-se! – Alertava Alex, repartindo as atenções entre Bill e Tom e os pais deles que se encontravam à porta.

-Aahh… já sei! Vamos para o sótão! – Sugeriu Bill.

-Boa ideia! – Concordou Tom. Foram até ao sótão e lá ficaram durante algum tempo. Cá em baixo, Alex abre a fechadura da porta lentamente e Jörg e Simone entram de rompante dentro da habitação.

-Onde é que eles estão? Onde é que eles se esconderam? DIZ-ME!!!

-Eles… não estão aqui! – Respondeu, estando um bocado intimidado com a forma como Jörg se tinha dirigido a ele.

-Não penses que me enganas… eles devem é estar para aí escondidos! – E do corredor da entrada, onde se encontrava, Jörg procurou-os por toda a habitação.

-Ai, tu tem mas é calma Jörg! – Simone não teve outro remédio se não ir atrás dele. Está bem que concordava com Jörg no que respeita ao facto de a relação incestuosa dos filhos ser inaceitável; mas não era a tratar as coisas de cabeça quente, como ele costumava quase sempre fazer, que elas se iriam resolver da melhor maneira. E Simone tinha receio de que o seu ex-marido cometesse alguma loucura. No sótão, Bill e Tom sentiam os passos do progenitor a tornarem-se cada vez mais audíveis.

-O que é que fazemos, Tom? Eles não nos podem apanhar! – Agarrou-se ao irmão.

-Anda para o telhado! – Do sótão foram dar ao telhado da casa, através de uma pequenina porta de madeira. Estavam agora no telhado da casa, que era plano, e de onde se podia avistar uma boa parte da cidade de Berlim. Caminharam lentamente até à borda do telhado, olharam ambos para baixo e aperceberam-se da altura do edifício. Não era assim muita, mas era suficiente para “meter respeito”.

-Tens a certeza de que queres fazer isto? – Olhou o mais velho nos olhos.

-Tenho. Estás preparado? – Olhou-o igualmente nos olhos.

-Estou. – Respondeu, simplesmente. Deram as mãos, ganharam balanço e abandonaram o cimo do prédio em queda livre.



E é assim que acaba esta história! O desejo dos dois irmãos realizou-se, ou seja, conseguiram ficar juntos e assim permanecerão até à eternidade.

[/size]
Back to top Go down
View user profile http://tany_thfics.blogs.sapo.pt
 
Contra tudo e contra todos! [TWC]
Back to top 
Page 1 of 1
 Similar topics
-
» Novos Fender modelos "Antigua"
» Baixo "sintonizando" estações de rádio.
» Aulas grátis em PDF!
» Revista online de Contrabaixo 100% gratuita
» Music Man SUB

Permissions in this forum:You cannot reply to topics in this forum
An Deiner Seite :: Off-Topic :: Fanfics :: Twincest-
Jump to: